O Sopro do Destino
Maria Amália
Publicação: NoTag / 2026
SINOPSE
LER FAZ BEM À ALMA
O Sopro do Destino
Maria Amália
Publicação: NoTag / 2026
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Comentário:
“O Degrau 33”, de Luís Zueco, é um “Thriler Histórico” bem construído: o autor descreve monumentos, cidades e interiores com minúcia visual, tornando o cenário quase um personagem, com capítulos curtos e ganchos eficazes mantêm a curiosidade acesa, com boa dosagem de mistério, pistas e reviravoltas. As referências à arquitetura medieval e a simbologia dão densidade e suspense à narrativa e um ritmo de thriller. Zueco parte de um ”enigma” a simbologia das marcas de pereiro, para tecer uma trama que alterna passado e presente, explorando bem esse secretismo para prender o leitor.
Apesar de algumas imprecisões quanto
à História de Portugal: pagina 16 sic “... E o rei português D. Henrique, o
Navegador, decretou a pena de morte para quem enviasse mapas para o estrangeiro...”. Esta afirmação não está correta.
D. Henrique, o Navegador, não foi
rei de Portugal. O Infante D. Henrique foi o impulsionador dos Descobrimentos
Portugueses. O rei português que decretou a pena de morte para quem enviasse
mapas para o estrangeiro, foi D. João II.
Vale especialmente pelo modo como
Zueco leva o leitor visitar alguns Castelos de Espanha e Portugal em busca das
marcas de pedreiro, criando assim um bom “Thriler Histórico”.
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Breve História
da Cultura Ocidental
SINOPSE
Na gare du Nord, em Paris, Aline
Berger aguarda o comboio que a levará de volta a casa, em Bruxelas. Nas mãos,
tem um exemplar de Orlando, de Virginia Woolf, e o seu espírito,
incapaz de se concentrar na leitura, divaga. Como seria se pudesse habitar o
corpo de um homem? E se o corpo desse homem fosse o daquele jovem a umas mesas
de distância? Depois de trinta e cinco anos aprisionado, Orlanda, o seu alter
ego, liberta-se e instala-se no que antes fora Lucien, alegremente
provocando o caos na sua anterior existência e alterando de forma dramática
aquelas duas vidas. Distinguido com o Prémio Médicis em 1996 e agora
redescoberto, este é um engenhoso romance filosófico que explora o modo como um
e outro sexo ocupam o mundo, num sonho andrógino que, depois de Eu Que
não Conheci os Homens, confirmou a genialidade de Jacqueline Harpman.
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O Código Fundamental da Nação Portuguesa
(Carta Constitucional e Acto Adicional)
Secção Editorial da Companhia Nacional Editora / 1901