«No Egipto, as bibliotecas eram chamadas ''Tesouro dos remédios da alma''. De facto é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.» Jacques Bénigne Bossuet. (1627 - 1704)

terça-feira, 5 de maio de 2026

Os Heroes de 1640 - Olympio de Freitas

Nova entrada na Biblioteca JMO

Os Heroes de 1640

Olympio de Freitas

1888 / David Corazzi – Editor

 

O Código Fundamental da Nação Portuguesa (Carta Constitucional e Acto Adicional)

Nova entrada na Biblioteca JMO

O Código Fundamental da Nação Portuguesa

(Carta Constitucional e Acto Adicional)

Secção Editorial da Companhia Nacional Editora / 1901

 

segunda-feira, 4 de maio de 2026

A História Secreta dos Reis de Portugal - Pedro Rabaçal

Nova entrda na Biblioteca JMO

A História Secreta dos Reis de Portugal
Factos insólitos sobre a Coroa Portuguesa
Pedro Rabaçal
Editora: Alma dos Livros
Edição: Fevereiro 2026
 
Sinopse
Vidas exemplares? Ou nem tanto?
A História Secreta dos Reis de Portugal está longe de ser apenas uma sucessão de datas e conquistas. É um enredo vibrante, humano e surpreendente, tecido com casamentos por conveniência, paixões proibidas, conspirações palacianas, fidelidades improváveis e traições fatais. Entre batalhas, coroas e juramentos, escondem-se vidas de excessos, profunda devoção religiosa, luxúria desmedida e solidão absoluta.
Alguns reis foram boémios encantadores, poetas e amantes da boa vida; outros, visionários destemidos que disputaram amores à espada e, reza a lenda, comeram o coração dos inimigos. Houve os que governaram com disciplina ao romper da aurora e os que jamais mostraram vocação para o trono. Entre vícios, virtudes e temperamentos extremos; de amantes incansáveis a maridos surpreendentemente fiéis; de excomungados e fanáticos a tímidos, cruéis, depressivos, frouxos ou brilhantes, estes homens, divididos entre o poder e o prazer, acabaram por moldar o destino do país.
De gestos heroicos e misérias humanas, de camas desfeitas a batalhas sangrentas, os reis e rainhas de Portugal surgem aqui despidos de mitos, revelados na sua grandiosidade e nas suas fraquezas. 
Um retrato fascinante e inesperado daqueles que foram, durante séculos, a força vital do reino – por vezes sábio, por vezes desastroso, mas sempre intensamente humano.
Neste livro, viajamos pelos segredos e curiosidades da monarquia portuguesa para descobrir:
Que rei português foi o mais amado pelo povo?
Qual reinou durante mais tempo? E qual viveu mais anos?
Que monarca português foi oficialmente assassinado?
Por que razão, a partir de certa data, nenhum monarca voltou a usar a Coroa Real?
Que rei quis iluminar Lisboa? E que rainha o conseguiu?
Um livro para quem gosta de História, mas, sobretudo, para quem adora descobrir o lado desconhecido dos reis e rainhas de Portugal.
 

O Degrau 33 - Luís Zueco

Nova entrada na Biblioreca JMO

O Degrau 33
Luís Zueco
 
Editora: Alma dos Livros
Edição: Abril 2026
 
SINOPSE
Madrid, 2012
 
Silvia leva uma vida serena e previsível. Trabalha na Biblioteca Nacional, partilha o quotidiano com um sólido grupo de amigas e encontra refúgio, noite após noite, nas páginas dos livros antigos, que coleciona com verdadeira devoção. Mas essa tranquilidade desfaz-se no instante em que um manuscrito enigmático chega às suas mãos. Um documento cuja origem é tão obscura como perigosa — e que mudará para sempre o rumo da sua vida.
Aquilo que não sabemos é mais forte do que aquilo que tememos.
Quando Silvia percebe que está a ser seguida e que a sua vida corre verdadeiro perigo, não lhe resta alternativa senão pedir ajuda a Alex, um especialista em castelos medievais. Juntos, embarcam numa investigação que os levará a percorrer vários castelos, decifrando símbolos, mensagens ocultas e pistas gravadas na própria arquitetura. Uma corrida contra o tempo em que terão de fugir de ladrões de arte, enfrentar polícias experientes e escapar de assassinos sem escrúpulos, dispostos a tudo para proteger um segredo antigo.

 

sexta-feira, 1 de maio de 2026

O Som das Vagas - Yukio Mishima

Estou a ler...

O Som das Vagas
Yukio Mishima
Edição/reimpressão: 03-2026
Editor: Livros do Brasil
 
SINOPSE
Shinji Kubo é um jovem pescador pobre, que sustenta com o seu trabalho a mãe viúva e o irmão adolescente, na pequena ilha de Uta-jima. Um dia, ao chegar ao porto, ao entardecer, vê na praia uma rapariga desconhecida, que descansa após ajudar a trazer os barcos para terra, e não consegue desviar dela o olhar. A rapariga, Hatsue Miyata, acabara de regressar à ilha, mandada chamar pelo pai, um proprietário de barcos, decidido a adotar o marido com quem ela se casar. Os dois jovens encontram-se e estremecem, mas atingidos pela maledicência dos aldeões, e em particular de um outro rapaz, considerado um melhor partido para Hatsue, restam-lhes os bilhetes secretos, os encontros fugazes e o código moral daquela porção de terra envolta nas trevas para lhes resguardar a felicidade. Sobre o pano de fundo de um Japão tradicional, onde a força do mar ecoa as durezas da vida, O Som das Vagas é uma história de resiliência e honra, sobre o poder redentor do amor puro.

 

segunda-feira, 6 de abril de 2026

As Mulheres de Afonso III - Maria Antonieta Costa


As Mulheres de Afonso III
Maria Antonieta Costa
1ª Edição: Fevreiro 2026
Editor: Clube do Autor
 
Sinopse
A história de um rei dividido entre o dever da coroa e a urgência do desejo.
Neste romance histórico, o trono de Portugal é observado através das sombras em que viveram as mulheres que amaram, temeram e desafiaram D. Afonso III.
Mas quem era o homem por trás das cortinas do poder?
Que mulheres marcaram a sua vida e influenciaram o seu reinado?
E quem pagou o preço das suas escolhas, na corte e no reino?
Um romance histórico original sobre um reinado determinante através dos relatos das mulheres que ajudaram a construir Portugal. Aqui, narram os seus sonhos, os seus corpos usados como moeda de troca ou como território de prazer. Falam das noites em que não dormiram e das guerras que travaram sem nunca empunhar uma espada.

Comentário:

O romance As Mulheres de Afonso III, de Maria Antonieta Costa, insere-se na tradição do romance histórico português, mas distingue-se pela perspetiva adotada: a história não é centrada no rei D. Afonso III, mas nas “sombras do poder” as mulheres que gravitaram em torno do seu poder.
A autora constrói uma narrativa que explora o contraste entre o dever régio e o desejo pessoal, apresentando um rei dividido entre a razão de Estado e as suas paixões. Contudo, o maior mérito da obra está na inversão do olhar histórico: são as vozes femininas — frequentemente silenciadas pela historiografia tradicional — que ganham protagonismo e reinterpretam o reinado a partir das margens do poder.
Essas mulheres surgem como figuras complexas, não apenas como amantes ou peças políticas, “moeda” de alianças, “objecto” de prazer, revelando a dureza da condição feminina na Idade Média.  Mas antes como mulheres com vontade, sofrimento e estratégias próprias.
Do ponto de vista literário, a escrita de Maria Antonieta Costa privilegia uma abordagem sensorial e intimista, aproximando o leitor das emoções e dilemas das personagens. A recriação histórica é consistente, sustentada pelo conhecimento académico da autora, mas nunca se sobrepõe à dimensão humana da narrativa. O resultado é um equilíbrio eficaz entre rigor histórico e dramatização ficcional.
Em síntese, As Mulheres de Afonso III é um romance que revisita a História de Portugal através de uma lente feminina e emocional, valorizando personagens frequentemente esquecidas. Mais do que um retrato de um rei, é uma reflexão sobre poder, desejo e o preço invisível das decisões políticas pago, muitas vezes, por quem não empunhava a espada, mas sofria as suas consequências.
 
Classificação: 9/10 

A GRANDE RUPTURA - Miguel Monjardino


A GRANDE RUPTURA

Miguel Monjardino
Professor de Geopolítica e Geoestratégica
Edição ou reimpressão: 18/02/2026
Chancela: Clube do Autor 
 
SINOPSE
Para Miguel Monjardino, estamos a viver a Grande Rutura. Donald Trump, Xi Jinping e Vladimir Putin e os seus aliados têm interesse em desmantelar a atual ordem internacional. Os proprietários de redes sociais e de grandes empresas tecnológicas partilham o mesmo objetivo para poderem aumentar a riqueza pessoal e concretizar as suas utopias tecnológicas. Esta é a hora dos novos Grandes Conquistadores.
O que intriga um ensaísta de política internacional são os possíveis futuros. Estes dependem sempre das consequências do passado histórico e das circunstâncias políticas do presente. Todavia, o que realmente acontece quando não temos o benefício do distanciamento que a passagem do tempo nos dá, nem toda a informação necessária para tentar compreender um determinado problema e ter
Uma opinião informada sobre ele?
 Até 2030, os contornos de uma nova ordem internacional devem ficar mais claros. Assim, o nosso principal desafio em Portugal e em muitos países europeus deverá ser interrogarmo-nos sobre o porquê destes factos, interpretá-los e formular as primeiras decisões de uma forma esclarecida. 

Comentário:
Em a Grande Ruptura, Miguel Monjardino analisa as profundas transformações na ordem internacional e os sinais de fragmentação do sistema global tal como o conhecemos.
Líderes como Donald Trump, Xi Jinping e Vladimir Putin surgem como protagonistas de uma fase de disputa estratégica que poderá redefinir equilíbrios políticos, económicos e militares.
O autor reflete ainda sobre o papel das grandes potências tecnológicas e sobre os desafios que Portugal e a U.E. - União Europeia, enfrentam perante a possível configuração de uma nova ordem mundial até 2030.
Uma leitura essencial para compreender equilíbrios políticos, económicos e militares e transformações na ordem internacional no século XXI.

quarta-feira, 18 de março de 2026

Breve Interpretação da História de Portugal - António Sérgio

Nova entrada na Biblioteca JMO
(Cloleção "Histórias de Portugal e Compêndios de História de Portugal")

Breve Interpretação da História de Portugal
António Sérgio 
Editor: Livraria Sá da Costa Editora
Edição: abril de 1998

SÉRGIO, António (1983) Breve interpretação da história de Portugal. Edição crítica orientada por Castelo Branco Chaves, Vitorino Magalhães Godinho, Rui Grácio e Joel Serrão e organizada por Idalina Sá da Costa e Augusto Abelaira. Lisboa: Livraria Sá da Costa Editora.

“Breve interpretação da história de Portugal é uma brilhante síntese da história portuguesa, uma análise dos seus principais fenómenos, onde ao rigor da informação, se alia a lucidez e a pertinência do pensamento de António Sérgio. Esta obra que se pode considerar inovadora na historiografia portuguesa foi inicialmente publicada em Espanha em 1929, quando o autor se encontrava exilado em França. O texto em português que agora se publica pela primeira vez é a transposição rigorosa de um original encontrado no espólio do autor. Este texto é, tal como o autor explica nas suas «Duas palavras de advertência», mais completo do que o da versão espanhola, o que naturalmente acontece não só por razões políticas, mas também resultado de uma posterior revisão.”


quinta-feira, 12 de março de 2026

Os Nomes - Florence Knapp


Os Nomes
Florence Knapp
Edição/reimpressão: 02-2026
Editor: Porto Editora
 
SINOPSE
Corre o ano de 1987. Nos resquícios de uma grande tempestade, Cora sai de casa com a filha de nove anos para registar o nascimento do bebé. O marido espera que ela cumpra uma tradição familiar antiga e lhe dê o seu nome. Mas, no momento da decisão, Cora hesita: será justo que a criança carregue o peso de gerações de homens autoritários e dominadores? A escolha que fizer agora poderá alterar o rumo das suas vidas:
Bear, um nome escolhido pela irmã, tão imprevisível e arrebatador quanto a tempestade que o trouxe ao mundo; Julian, o nome com que a mãe sonhou, acreditando que lhe dará a liberdade de se tornar quem desejar ser; ou Gordon, o nome do pai e moldado à sua imagem. Haverá ainda margem para quebrar o padrão?
Esta é a história de três nomes, três destinos possíveis e das infinitas possibilidades que uma única decisão pode desencadear. É a história de uma família e da força do amor, capaz de resistir a tudo o que o destino lhes reserva.

Comentário:

Os Nomes é um romance original, que parte de uma decisão que pode parecer simples, mas que pode revelar-se complexa — a escolha do nome de um filho — levantando questões muito mais amplas e complexas sobre identidade, destino e herança familiar. A narratico com inicio no final dos anos 80 vai até 2022, acompanhando as vidas de  Cora, e dos filhos: - filha Maia e o filho "Bear, Julian e Gordon" -,  uma mulher confrontada com uma decisão aparentemente banal, mas carregada de implicações simbólicas e emocionais.
A originalidade da obra reside na sua estrutura narrativa: a autora desenvolve três possibilidades de vida a partir de três nomes diferentes — Bear, Julian e Gordon — mostrando como pequenas decisões podem desencadear trajetórias radicalmente distintas. Esta construção lembra o efeito “e se…?”, transformando o romance numa reflexão sobre o peso das escolhas e o papel do acaso na vida humana. É também uma chamada de atenção para a problemática da violência doméstica e a dificuldade de quebrar ciclos familiares opressivos.
As personagens são bem construídas, sobretudo Cora, cuja luta interior dá profundidade ao enredo. O ritmo narrativo, por vezes próximo de um thriller emocional, mantém o leitor preso à história até ao fim. A narrativa tripartida é um desafio para o leitor,  a alternância entre diferentes linhas de vida exige ao leitor maior atenção, podendo causar alguma confusão a leitores menos habituados a narrativas fragmentadas. Ainda assim, essa complexidade é também parte do mérito da obra.
Os Nomes é um romance impactante e inteligente, que questiona até que ponto somos moldados pelas escolhas iniciais — ou pelas escolhas que outros fazem por nós. Um livro sobre identidade, violência doméstica, e a difícil tarefa de romper com o passado.

Classificação: 10/10
 

Terra Desolada - Robert d. Kaplan

Terra Desolada
O declínio da ordem internacional e os desafios do futuro
Robert d. Kaplan
Ano de edição: 12-2025
Editor: Clube do Autor
 
SINOPSE
Um dos mais perspicazes autores de geopolítica, analisa os grandes problemas do nosso mundo.
Neste novo livro, Kaplan liga o panorama geopolítico a fenómenos sociais contemporâneos, baseando-se em obras fundamentais da filosofia, da política e da literatura, incluindo o poema que deu origem ao título da obra.
Enquanto a obra de T. S. Eliot, publicada após a Primeira Guerra Mundial, abordava a rutura e o colapso da civilização, Kaplan defende que o mundo pós-Guerra Fria tem girado em torno da auto-obsessão.
Uma reflexão incontornável sobre uma sociedade em crise, em que cada desastre regional ameaça tornar-se um conflito global. 
Um livro abrangente, provocatório e pertinente. Essencial para todos os que se preocupam com o futuro do nosso mundo.
«Kaplan desafia os leitores com a amplitude da sua visão e conhecimento. Essencial para todos os que procuram compreender o nosso mundo.» - Booklist

Comentário:
Em Terra Desolada, Robert D. Kaplan, apresenta uma reflexão profunda sobre o estado atual da ordem internacional e os desafios que moldarão o futuro da política global. Conhecido pela sua análise geopolítica rigorosa, Kaplan procura compreender o mundo contemporâneo a partir de uma perspetiva histórica, cultural e filosófica, indo além da simples análise política ou estratégica.
Ao longo da obra, Kaplan argumenta que a sociedade contemporânea vive num contexto de auto-obsessão política e cultural, em que a capacidade de visão estratégica se enfraqueceu. Esta fragilidade torna o sistema internacional mais vulnerável, pois conflitos locais ou regionais podem rapidamente adquirir dimensão global, devido à interdependência política, económica e tecnológica do mundo atual.
Terra Desolada é uma obra provocatória e estimulante que convida o leitor a refletir sobre o declínio relativo da ordem internacional construída após a segunda metade do século XX e sobre a incerteza que caracteriza o nosso tempo. Mais do que um diagnóstico pessimista, o livro constitui um alerta intelectual para a necessidade de compreender melhor o mundo em transformação e os riscos que podem definir o futuro da política global.

Classificação: 9/10

                           

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

A Revolução de 1383 - António Borges Coelho

 Nova entrada na Biblioteca JMO

A Revolução de 1383
António Borges Coelho
(Colecção Seara Nova)
3ª Edição (reviste e aumentada) 1977
Seara Nova
 
Sinopse
Uma larga frente, estruturada na organização social e política dos concelhos, frente que envolvia os ventres ao sol (os que não tinham armadura para encorajarem a barriga), os burgueses (não já habitantes do burgo mas no sentido moderno de alugadores da força de trabalho nos campos, nos ofícios e detentores de capitais) e também elementos da pequena nobreza, empunhando a bandeira da independência nacional, ousou derrubar o governo legal quase sagrado, arrear o poder senhorial em numerosas cidades e vilas, quebrar cadeias servis que sufocavam a produção agrícola mercantil, abrir largamente o aparelho de Estado às novas forças sociais, transformando-o em aparelho nacional, largamente ao serviço da produção mercantil e do comércio marítimo (a própria guerra, o próprio ofício de defensor não consegue libertar-se mais da inserção numa estratégia comandada pelo mercado e a colonização capitalista).
Tudo isto é uma outra maneira de dizer, explicando, que, em 1383, se iniciou a primeira revolução burguesa nacional triunfante.

sábado, 14 de fevereiro de 2026

Diários de Viagem - Matsuo Bashô

Nova entrada na Biblioteca JMO


Diários de Viagem
e alguns poemas em prosa
Matsuo Bashô
Edição/reimpressão: 02-2026
Editor: Assírio & Alvim

SINOPSE
Matsuo Bashô foi um rônin, isto é um samurai «errante» após a morte do seu mestre, que decidiu dedicar o resto da vida à poesia. Mestre absoluto do haiku, vagueou e mendigou pelo japão do século XVII descrevendo as suas viagens em diários, onde os poemas apareciam ao lado da descrição da natureza, amigos ou episódios circunstanciais. São esses documentos importantíssimos agora traduzidos pela primeira vez de forma integral entre nós, pela mão de Jorge Sousa Braga. O livro inclui ainda, para além de uma seleção de haibun (poemas em prosa), os mapas marcando o percurso trilhado pelo grande mestre japonês.