(Colecção Histórias de Portugal e Compêndios de História de Portugal)
Tomás de Barros
Editora Educação Nacional de Adolfo Machado - Porto
Tomás de Barros
Editora Educação Nacional de Adolfo Machado - Porto
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Breve História
da Cultura Ocidental
O Sopro do Destino
Maria Amália
Publicação: NoTag / 2026
SINOPSE
Classificação: 8/10
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“O Degrau 33”, de Luís Zueco, é um “Thriler Histórico” bem construído: o autor descreve monumentos, cidades e interiores com minúcia visual, tornando o cenário quase um personagem, com capítulos curtos e ganchos eficazes mantêm a curiosidade acesa, com boa dosagem de mistério, pistas e reviravoltas. As referências à arquitetura medieval e a simbologia dão densidade e suspense à narrativa e um ritmo de thriller. Zueco parte de um ”enigma” a simbologia das marcas de pereiro, para tecer uma trama que alterna passado e presente, explorando bem esse secretismo para prender o leitor.
Apesar de algumas imprecisões quanto
à História de Portugal: pagina 16 sic “... E o rei português D. Henrique, o
Navegador, decretou a pena de morte para quem enviasse mapas para o estrangeiro...”. Esta afirmação não está correta.
D. Henrique, o Navegador, não foi
rei de Portugal. O Infante D. Henrique foi o impulsionador dos Descobrimentos
Portugueses. O rei português que decretou a pena de morte para quem enviasse
mapas para o estrangeiro, foi D. João II.
Vale especialmente pelo modo como
Zueco leva o leitor visitar alguns Castelos de Espanha e Portugal em busca das
marcas de pedreiro, criando assim um bom “Thriler Histórico”.
SINOPSE
Na gare du Nord, em Paris, Aline
Berger aguarda o comboio que a levará de volta a casa, em Bruxelas. Nas mãos,
tem um exemplar de Orlando, de Virginia Woolf, e o seu espírito,
incapaz de se concentrar na leitura, divaga. Como seria se pudesse habitar o
corpo de um homem? E se o corpo desse homem fosse o daquele jovem a umas mesas
de distância? Depois de trinta e cinco anos aprisionado, Orlanda, o seu alter
ego, liberta-se e instala-se no que antes fora Lucien, alegremente
provocando o caos na sua anterior existência e alterando de forma dramática
aquelas duas vidas. Distinguido com o Prémio Médicis em 1996 e agora
redescoberto, este é um engenhoso romance filosófico que explora o modo como um
e outro sexo ocupam o mundo, num sonho andrógino que, depois de Eu Que
não Conheci os Homens, confirmou a genialidade de Jacqueline Harpman.
Nova entrada na Biblioteca JMO
SINOPSE
O Código Fundamental da Nação Portuguesa
(Carta Constitucional e Acto Adicional)
Secção Editorial da Companhia Nacional Editora / 1901
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A GRANDE
RUPTURA
SÉRGIO, António (1983) Breve interpretação da história de Portugal. Edição crítica orientada por Castelo Branco Chaves, Vitorino Magalhães Godinho, Rui Grácio e Joel Serrão e organizada por Idalina Sá da Costa e Augusto Abelaira. Lisboa: Livraria Sá da Costa Editora.
“Breve interpretação da história de Portugal é uma brilhante síntese da história portuguesa, uma análise dos seus principais fenómenos, onde ao rigor da informação, se alia a lucidez e a pertinência do pensamento de António Sérgio. Esta obra que se pode considerar inovadora na historiografia portuguesa foi inicialmente publicada em Espanha em 1929, quando o autor se encontrava exilado em França. O texto em português que agora se publica pela primeira vez é a transposição rigorosa de um original encontrado no espólio do autor. Este texto é, tal como o autor explica nas suas «Duas palavras de advertência», mais completo do que o da versão espanhola, o que naturalmente acontece não só por razões políticas, mas também resultado de uma posterior revisão.”
História do estabelecimento da dinastia de Aviz. Desenhos de
Casanova, acrescida de cartas recebidas pelo autor que se refere a esta obra.