«No Egipto, as bibliotecas eram chamadas ''Tesouro dos remédios da alma''. De facto é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.» Jacques Bénigne Bossuet. (1627 - 1704)

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

História da Primeira República Portuguesa - Fernando Rosa / Maria Fernanda Rollo







Coordenação:, Fernando Rosas  Maria Fernanda Rollo

Editora: 
Tinta da China 
Tema: 
História 
Ano: 
2010 
Livro de capa mole 

ISBN 9789896710514 


Autores:
Alice Samara, Ana Catarina Pinto, Ana Pires, Aniceto Afonso, António Reis, David Pereira, Ernesto Castro Leal, Fernando Rosas, Filipe Ribeiro de Meneses, Isabel Pestana Marques, João Serra, Joana Pereira, Luís Farinha, Maria Cândida Proença, Maria Eugénia Mata, Maria Fernanda Rollo, Sílvia Correia e Vítor Neto.

SINOPSE
Em que cenário é que Portugal transitou da Monarquia para a República? Qual a intervenção e a atitude da população face ao novo regime? Quais as aspirações dos republicanos ao assumirem o poder? Que sucessos e que fracassos obtiveram? Porque caiu a República, abrindo caminho a meio século de ditadura? 
A amplitude e profundidade de perspectivas é aqui assegurada por uma dinâmica equipa de investigadores do Instituto de História Contemporânea, cuja competência possibilitou, finalmente, a publicação de um volume que cobre todas as vertentes necessárias à compreensão plena do primeiro período republicano português: historiografia política, económica, social, cultural, religiosa. 
«Propomos, neste volume, vários entendimentos para essa curta mas rica e complexa República de 16 anos que, longe de ser a aurora emancipadora e progressista que os seus apologistas e apoiantes anunciavam, desejavam e por que se bateram, acabou por se transformar na conturbada crise terminal do liberalismo português a que sucederia o longo ciclo de autoritarismo. Como venceu a República em 1910? Que contradições, que dificuldades viveu, como as resolveu, ou não, até à terrível aventura da participação na Grande Guerra? Que projectos delineou, que portas abriu ou tentou abrir nos vários campos em que procurou apostar? E como renasceu do pós-guerra, após o breve mas premonitório intervalo sidonista? Que República ou que repúblicas e anti-repúblicas foram essas que então se realinharam, também em Portugal, para a grande batalha social e política que anunciava na Europa a época dos fascismos? Afinal, porque venceu e porque morreu a Primeira República? E o que ficou dela como património de memória e reflexão para a democracia de hoje?» —da Introdução 



quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

D. Isabel de Aragão : Rainha Santa, 1270(?)-1336 / Maria José Azevedo Santos







D. Isabel de Aragão
 : Rainha Santa, 1270(?)-1336 /
Maria José Azevedo Santos 
Edição:Academia Portuguesa da História. - Matosinhos : QuidNovi, / 2011.
Colecção Rainhas e Infantas de Portugal



domingo, 11 de dezembro de 2016

D. Urraca e D. Beatriz : construtoras da paz, 1187-1220 e 1244-1303(?) Maria Teresa Nobre Veloso

Imagem da capa


D. Urraca e D. Beatriz : construtoras da paz, 1187-1220 e 1244-1303(?)
Maria Teresa Nobre Veloso 
EdiçãoAcademia Portuguesa da História  / QuidNovi,/ 2011. 
Coleção; Rainhas e Infantas de Portugal). 
 ISBN 978-989-554-812-5

sábado, 3 de dezembro de 2016

D. DULCE DE ARAGÃO : RAINHA FECUNDA, 1160(?)-1198 Marques, Maria Alegria Fernandes,




D. DULCE DE ARAGÃO : RAINHA FECUNDA, 1160(?)-1198
Marques, Maria Alegria Fernandes,
EDIÇÃO:Academia Portuguesa da História, 
PUBLICAÇÃO:  QuidNovi, / 2011
COLECÇÃO:  Rainhas e Infantas de Portugal 

terça-feira, 29 de novembro de 2016

D. Matilde, D. Teresa, D. Mafalda e D. Sancha : primeiras infantas de Porutugal, 1149(?)-1256 Maria Alegria Fernandes Marques ´





D. Matilde, D. Teresa, D. Mafalda e D. Sancha : primeiras infantas de Porutugal, 1149(?)-1256
Maria Alegria Fernandes Marques ´
Edição: Academia Portuguesa da História. /  QuidNovi,
(Academia Portuguesa da História). - ISBN 978-989-554-791-3

SINOPSE
Logo na primeira geração de infantas sobressai Mafalda/Teresa/Matilde, mulher de fina inteligência, tornada condensa da Flandres pelo casamento. Mas foi na geração seguinte, nascida do enlace D. Sancho I e de D. Dulce de Aragão, que se assinalou uma verdadeira plêiade de infantas que, nos reinos a que foram chamadas a servir, ou no seu país, se souberam guindar a altos méritos. Mulheres do seu tempo elevar às honras dos altares. Dentre elas, D. Teresa, D. Sancha e D. Mafalda foram, sem dúvida, as mais ilustres da segunda geração de infantas de Portugal.

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Guerreiro e Monge - António Campos Júnior

Resultado de imagem para O GUERREIRO E O MONGE - CAMPOS JUNIOR

AUTOR :António Campos Júnior
TITULO: Guerreiro e Monge ( I Volume )
EDITORA: Romano Torres
EDIÇÃO: 7ª Edição

SINOPSE

 «A peste era uma antiga conhecida de Lisboa. Tivera-a, juntamente com os soldados de Castela, em volta das suas muralhas, nos últimos anos do século XIV, e chegara-lhe o ânimo para suportar o flagelo e repelir o invasor»

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Fernando Pessoa, O Romance - Sónia Louro




Fernando Pessoa, O Romance
Autora: Sónia Louro
Edição: 1ª Edição
Páginas: 448
ISBN: 9789896376741
Editora: Saída de Emergência

Sinopse

O primeiro romance biográfico de Fernando Pessoa.
Este é o romance biográfico de Fernando Pessoa, o poeta que foi muitos poetas. Órfão de pai aos cinco anos de idade, cedo perde a atenção da mãe quando esta volta a casar. Forçado a partir para a distante África do Sul, onde o nascimento de irmãos o isolam ainda mais, refugia-se em si mesmo e aí cria novos mundos.
No fim da adolescência regressa a Lisboa, na vã tentativa de resgatar os poucos momentos da vida em que fora feliz. Aí conhece personalidades do mundo das artes e da literatura, como Almada Negreiros, Mário de Sá-Carneiro ou Adolfo Casais Monteiro. É um dos fundadores da Orpheu, uma revista artística que foi recebida com escândalo pela crítica.
Correspondente comercial, inventor, tradutor, editor, publicitário e astrólogo, Fernando Pessoa procurou várias formas de ganhar a vida. E até o amor lhe bateu à porta quando conheceu Ophélia Queiroz.
Fernando Pessoa, O Romance é uma obra magnífica, fruto de uma pesquisa meticulosa, e uma verdadeira homenagem ao maior poeta da língua portuguesa. Um poeta que Sónia Louro consegue dissecar, desvendando os seus segredos, medos, sonhos e, mais importante, a sua humanidade.


Comentário:
Sónia Louro consegue neste livro, entrar no "mundo metafisico" de Fernando Pessoa, como se o próprio, em contacto com a autora, numa MENSAGEM mediúnica, transmitisse o conteúdo do livro - que narra a sua vida, que este ou qualquer um dos "seus eus", não escreveu em vida. Sónia Louro foi utilizada, por Fernando Pessoa ou quiçá por Álvaro de Campos para escrever este magnifico livro.
Classificação: 10/10

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

O Espião Fiel - Alex Berenson


O Espião Fiel

O Espião Fiel

Alex Berenson

Editor: Editorial Presença


SINOPSE
 Espião Fiel foi distinguido com o Edgar Award para Melhor Primeiro Livro do ano de 2006. É um thriller de espionagem absolutamente soberbo, o primeiro a ousar penetrar o âmago do terror global e a fazê-lo com uma total credibilidade. John Wells, o protagonista, é o único agente da CIA a conseguir infiltrar-se com sucesso nas mais altas esferas da al-Qaeda. Mas é um homem só, suspeito de traição pelos seus superiores da CIA e de espionagem por parte dos seus irmãosmuçulmanos. Como teste decisivo à sua lealdade, um dos cérebros maquiavélicos da al-Qaeda incumbe-o de regressar aos EUA para uma importante missão – participar no mais devastador ataque terrorista da história. Irá ele tentar impedi-lo ou ajudar a realizá-lo? Um thriller inquietante que traduz os piores medos sentidos no mundo actual.



A Chave de Salomão - José Rodrigues dos Santos


















A Chave de Salomão

José Rodrigues dos Santos 

Editor: Gradiva

Edição ou reimpressão: 2014


SINOPSE
O corpo de Frank Bellamy, o director de Tecnologia da CIA, é descoberto no CERN, em Genebra, na altura em que os cientistas procuram o bosão de Higgs, também conhecido por Partícula de Deus. Entre os dedos da vítima é encontrada uma mensagem incriminatória. 
Classificação 8/10

domingo, 8 de maio de 2016

D. TERESA - Isabel Stilwell



D. Teresa

 
1ª Edição 
Editor: Manuscrito Editora
Coleção: Manuscrito Romance

SINOPSE
Esta é a história de Teresa, filha de Ximena Moniz do Bierzo, de quem herdou os olhos verdes e a astúcia, e de Afonso VI de . Uma mulher de armas, à frente do seu tempo, que governou num mundo de homens e de conspirações. Viúva aos vinte e cinco anos do Conde D. Henrique de Borgonha regeu com pulso de ferro o que era seu por direito. Em 1116, o Papa Pascoal II reconhecia-a como Rainha. Pelo Condado Portucalense confrontou a meia-irmã e rival Rainha Urraca de Castela, o pai, a igreja Católica, os nobres portucalenses e até mesmo o seu próprio filho D. Afonso Henriques, na lendária Batalha de São Mamede, em 1128. Trinta e três anos depois de ter chegado ao condado, via-se obrigada a fugir, derrotada e traída. Restava-lhe o consolo de ter a seu lado o seu amado, Fernão Peres de Trava, e a certeza de que em Sahagún, Alberto, seu fiel amigo, escreveria, com verdade, a sua história.

Comentário

D. Teresa - Uma Mulher que não abriu mão de poder - de  Isabel Stilwell, é a história (de D. Teresa) que ainda não havia sido escrita. A Autora  consegui a partir dos factos históricos conhecidos referentes a D. Teresa e aos antecedentes e início da Nacionalidade, fazer uma biografia  "romanceada" da "primeira" Rainha de Portugal, em que a ficção se enquadra no contexto sócio-politico da época sem colidir com os factos históricos. Resultando num Romance Histórico em que vemos Teresa, para além da D. Teresa, - filha de Rei, Mulher de D. Henrique, Rainha, mãe de D. Afonso Henriques - como viveu, sentiu, amou, sofreu. Numa escrita cativante que nos leva facilmente ao séc XII, temos a possibilidade de conhecer ( e conviver ) com as duas Teresas,  compreendendo,  com ambas,- pela pena de  Isabel Stilwell, - melhor a história deste período e a história da mãe do primeiro Rei de Portugal.

Classificação 10/10 

sábado, 23 de abril de 2016

Episódios da Monarquia Portuguesa - Episódios da Monarquia Portuguesa



Episódios da Monarquia Portuguesa
Autor:Episódios da Monarquia Portuguesa
2013 Circulo de Leitores e Autor

SINOPSE
A História de um povo, como a de um indivíduo, resulta de uma série contínua de acontecimentos e tem como objetivo reconstituir essas narrativas longas e explicá-las. É o filme da Vida. Esta obra foi concebida como um álbum de memórias que lembra acontecimentos especiais, desde os tempos que antecederam a fundação da monarquia, até ao momento em que esta se extinguiu, com a partida do último rei para o exílio. A obra evoca acontecimentos de todos os séculos, que podem ser lidos aleatoriamente.

terça-feira, 5 de abril de 2016

O Nome de Deus é Misericórdia - Papa Francisco


O Nome de Deus é Misericórdia

O Nome de Deus é MisericórdiaPapa FranciscoEdição/reimpressão: 2016
Editor:
Editorial Planet



SINOPSE

«A misericórdia é o primeiro atributo de Deus. É o nome de Deus. Não existem situações das quais não podemos sair, não estamos condenados a enfrentar areias movediças». 
Com palavras simples e directas, o papa Francisco dirige-se a todos os homens e mulheres do planeta, encetando um diálogo íntimo e pessoal.
O assunto central é o que mais lhe toca no coração – a misericórdia –, desde sempre fulcral no seu testemunho e agora no seu pontificado.
Em cada página vibra o desejo de chegar a todas as almas – dentro e fora da Igreja – que procuram um sentido para a vida, um caminho de paz e de reconciliação, uma cura para as feridas físicas e espirituais.Em primeiro lugar, aquela humanidade inquieta e dolente que pede para ser recebida e não discriminada: os pobres e os marginalizados, os prisioneiros e as prostitutas, mas também os perdidos e os distantes da fé, os homossexuais e os divorciados.  
Na conversa com o vaticanista Andrea Tornelli, Francisco explica – através de recordações de juventude e episódios marcantes da sua experiência como pastor – os motivos de um Ano Santo extraordinário, intensamente desejado pelo Santo Padre.  
Sem ignorar as questões éticas e teológicas, reafirma que a Igreja não pode fechar a porta a ninguém, tendo a tarefa de abrir uma fresta nas consciências para permitir a assunção da responsabilidade e o afastamento do mal praticado. 
Na frontalidade do diálogo, Francisco não se coíbe de abordar a interligação entre misericórdia, justiça e corrupção. E lamenta aqueles cristãos que se julgam «justos»: «Até o papa é um homem que precisa da misericórdia de Deus.»

Além de ser extremamente popular, Francisco ao assumir a postura de uma nova filosofia do que deve ser a Igreja e o ser cristão, mudou no Vaticano paradigmas e antigos dogmas. Este livro é a oportunidade de conhecer o seu pensamento e a doutrina que defende. 

O título do livro O nome de Deus é Misericórdia foi manuscrito pelo Pontífice em seis línguas: italiana, inglesa, francesa, alemã, espanhola e portuguesa. É publicado, em simultâneo, em 86 países. 
O livro contém a Bula de Proclamação do Jubileu Extraordinário da Misericórdia. O texto foi autorizado pelo papa para fazer parte dolivro, onde é explicado o porquê da decisão de Francisco proclamar oAno da Misericórdia.

De modo a dar a conhecer o  seu pensamento com rigor, o Papa escolheu Andrea Tornielli, o jornalista do Vaticano que mais próximo de si está.
Andrea Tornielli – Vaticanista, jornalista do diário La Stampa e responsável pelo sítio Vatican Insider, colabora com várias revistas italianas e internacionais. Entre as suas publicações, recordamos a primeira biografia do pontífice, Papa Francisco. Conversas com Jorge Bergoglio, traduzida em 16 línguas, e Papa Francisco. Esta economia mata, traduzido em 9 línguas. 

O lançamento do livro coincide com o primeiro Ano Jubilar da Misericórdia da história proclamado pelo papa. Um evento que se inicia a 8 de Dezembro de 2015 e que se prolongará até 20 de Novembro de 2016.