«No Egipto, as bibliotecas eram chamadas ''Tesouro dos remédios da alma''. De facto é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.» Jacques Bénigne Bossuet. (1627 - 1704)

segunda-feira, 6 de abril de 2026

A GRANDE RUPTURA - Miguel Monjardino


A GRANDE RUPTURA

Miguel Monjardino
Professor de Geopolítica e Geoestratégica
Edição ou reimpressão: 18/02/2026
Chancela: Clube do Autor 
 
SINOPSE
Para Miguel Monjardino, estamos a viver a Grande Rutura. Donald Trump, Xi Jinping e Vladimir Putin e os seus aliados têm interesse em desmantelar a atual ordem internacional. Os proprietários de redes sociais e de grandes empresas tecnológicas partilham o mesmo objetivo para poderem aumentar a riqueza pessoal e concretizar as suas utopias tecnológicas. Esta é a hora dos novos Grandes Conquistadores.
O que intriga um ensaísta de política internacional são os possíveis futuros. Estes dependem sempre das consequências do passado histórico e das circunstâncias políticas do presente. Todavia, o que realmente acontece quando não temos o benefício do distanciamento que a passagem do tempo nos dá, nem toda a informação necessária para tentar compreender um determinado problema e ter
Uma opinião informada sobre ele?
 Até 2030, os contornos de uma nova ordem internacional devem ficar mais claros. Assim, o nosso principal desafio em Portugal e em muitos países europeus deverá ser interrogarmo-nos sobre o porquê destes factos, interpretá-los e formular as primeiras decisões de uma forma esclarecida. 

Comentário:
Em a Grande Ruptura, Miguel Monjardino analisa as profundas transformações na ordem internacional e os sinais de fragmentação do sistema global tal como o conhecemos.
Líderes como Donald Trump, Xi Jinping e Vladimir Putin surgem como protagonistas de uma fase de disputa estratégica que poderá redefinir equilíbrios políticos, económicos e militares.
O autor reflete ainda sobre o papel das grandes potências tecnológicas e sobre os desafios que Portugal e a U.E. - União Europeia, enfrentam perante a possível configuração de uma nova ordem mundial até 2030.
Uma leitura essencial para compreender equilíbrios políticos, económicos e militares e transformações na ordem internacional no século XXI.

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