«No Egipto, as bibliotecas eram chamadas ''Tesouro dos remédios da alma''. De facto é nelas que se cura a ignorância, a mais perigosa das enfermidades e a origem de todas as outras.» Jacques Bénigne Bossuet. (1627 - 1704)

quarta-feira, 22 de março de 2023

OS SEGREDOS DE JUVENAL PAPISCO - Bruno Paixão

 


OS SEGREDOS DE JUVENAL PAPISCO

Bruno Paixão

Edição/reimpressão: 02-2023

Editor: Porto Editora



SINOPSE

Orão é um lugar de sangue quente, cheio de superstições, habitado por personagens memoráveis como a benzedeira Xêpa Alma, o corrupto alcaide Heitor Raimundo ou o diligente boticário Zaqueu Soeiro. Destaca-se, entre eles, Juvenal Papisco, um padre de temperamento espontâneo e cru que sucumbe sem pudor aos prazeres e às imperfeições e que não suporta as injustiças que se perpetuam em Orão, avivadas pelo predomínio dos senhores de sempre.

Quando o jornal clandestino A Trama acusa Ismael Macho de andar metido com a mulher de outro, todos temem uma desgraça, e Ismael acaba mesmo por morrer durante a procissão da Virgem Santíssima, em circunstâncias estranhas. Todas as suspeitas recaem sobre o marido enganado, mas este nem à força de porrada admite a autoria do crime, para desespero do coronel Moniz.

Os segredos de Juvenal Papisco é um romance de estreia memorável, que com uma fina ironia e um apurado sentido caricatural se apresenta como uma metáfora social, expondo a traição, a urdidura política, as fraquezas da justiça, o espaço conjugal como campo de sonhos e de utopias e as mezinhas respondendo ao que a medicina não pode.

Comentário:

Uma “estória” com personagens bem construídas com ironia e humor que dão vida a um enredo de crítica social, usando analogias, metáforas, imagens, criando uma representação simbólica da realidade. Uma “caricatura” da sociedade com os seus jogos de poder, compradios e vinganças, desigualdade de classes, amores e traições, onde a religião vive paredes meias com crenças profanas. 

Classificação:10/10


sexta-feira, 10 de março de 2023

O Espião de um Bilião de Dólares - David E. Hoffman

 


O Espião de um Bilião de Dólares

David E. Hoffman

Editor: Alma dos Livros

Edição: fevereiro de 2023



SINOPSE

Ao sair da embaixada americana em Moscovo na noite de 16 de fevereiro de 1978, o chefe de posto da CIA ouviu uma pancada na janela do seu carro. Um homem no passeio entregou-lhe um envelope cujo conteúdo aturdiu a inteligência americana: detalhes da investigação soviética ultrassecreta e desenvolvimentos na tecnologia militar que eram totalmente desconhecidos para os Estados Unidos.

Nos anos que se seguiram, Adolf Tolkachev, engenheiro num gabinete de design militar soviético, usou o seu acesso de alto nível para entregar dezenas de milhares de páginas de segredos soviéticos. Tais revelações permitiram à América reformular os seus sistemas de armas para derrotar o radar soviético no solo e no ar, dando aos Estados Unidos uma quase total superioridade nos céus sobre a Europa.

Durante anos, conseguiram iludir o temido KGB no seu próprio território, até que chegou o dia em que uma traição inesperada pôs tudo em risco.

Comentário:

David Hoffman num trabalho de jornalismo de investigação nos arquivos da CIA recentemente disponibilizados e em entrevistas com os protagonistas, leva o leitor a Moscovo para assistir ao secreto “jogo” de espionagem, entre a CIA e a KGB.

Classificação: 8/10



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

O Drama e a Glória do Padre António Vieira - Mário Domingues


O Drama e a Glória do Padre António Vieira

Mário Domingues

1ª Edição / 1952

Edição Romano Torres 







SINOPSE

António Vieira foi um acérrimo defensor dos judeus perseguidos pela inquisição, ao ponto de conseguir a abolição da politica discriminatória entre cristãos-novos e cristãos-velhos. Missionário da companhia de Jesus desenvolveu um trabalho notável em terras Brasileiras defendendo até á exaustão os direitos humanos dos povos indígenas.


Comentário:

Mário Domingues foi um grande divulgador de História de Portugal, com sua série: Evocação Histórica deu a conhecer, aos seus leitores, várias personagens da História de Portugal, apresentado estas não da perspectiva do Historiador ( que não era ) mas sim pelo olhar do Jornalista. Com um estilo muito próprio para abordar os factos histórias e as personagens históricas, com que deliciou os seus leitores. 

Foi com prazer que li - O Drama e a Glória do Padre António Vieira - aprendendo mais sobre esta personagem histórica tão importante para a sua época, em que exerceu grande influência, deixando marcas que se perpetuaram até aos nossos dias.


Classificação. 9/10 

A Aldeia das Almas Desaparecidas I - Richard Zimler

 


A Aldeia das Almas Desaparecidas I
A floresta do avesso

Richard Zimler

Edição/reimpressão: 10-2022
Editor: Porto Editora



SINOPSE

Corre o ano de 1671 e Isaaque Zarco, um rapaz de nove anos, leva uma existência tranquila na pacata aldeia de Castelo Rodrigo. No entanto, nem mesmo esse recanto perdido no Norte de Portugal escapa à sombra de uma força nefasta poderosíssima, que alastra, insidiosa, no peito de uma população até então pacífica. E, em pouco tempo, com o desaparecimento misterioso de uma família amiga e o assassinato de um vizinho, os pilares que haviam sustentado o mundo de Isaaque começam a ruir, pondo em risco a sua própria vida. A avó Flor, velha parteira e curandeira castelhana, revela-lhe então o que ninguém se atrevera a dizer: que ele e a sua família são afinal judeus secretos – e, por conseguinte, sujeitos a denúncias e aprisionamentos.
Retomando a família Zarco, num romance comovente e arrebatador, dividido em dois volumes, Richard Zimler explora os efeitos devastadores da intolerância religiosa na aldeia de Castelo Rodrigo e povoações adjacentes. Recorrendo a nomes reais, datas de prisão e outros detalhes sobre os aldeãos que foram levados pela Inquisição, apresenta ao leitor um trabalho de pesquisa exaustivo que faz desta obra um romance magistral e um testemunho inigualável.

Comentário:

Richard Zimler, mais uma vez à volta da família - Zarco - com palavras simples mas de grande profundidade, desperta o leitor para o drama da intolerância religiosa e perseguição de que os judeus ( e outras minorias, por este e  por outros motivos ) foram alvo preferencial da Inquisição. Um período negro para a humanidade - mas que convém recordar, para lembrar ao leitor que infelizmente em pleno sec. XXI continua a haver intolerância e perseguição por motivos religiosos, étnicos, orientação sexual e outros.
Deixa "água na boca" para a segunda parte deste extraordinário romance.    

Classificação: 10/10



terça-feira, 24 de janeiro de 2023

O Jardim da Celeste - Waldir Araújo

 


O Jardim da Celeste

Waldir Araújo

Editorial Novembro,

Edição: janeiro de 2023

 


SINOPSE

«(...) Lido o conto, compreendo, passados estes anos de desencontros, a reiterada insistência do Waldir, no nosso último encontro em Lisboa, em regressar à sua Guiné Bissau. O Jardim da Celeste é, provavelmente, o seu grande can¬to de amor à Guiné Bissau.

Um começo soberbo, portentoso, sublime (...): ‘’O céu revolvia-se numa fúria estrondosa. O som dilacerante dos relâmpagos engoliu todos os ruídos comuns. De repente, a penumbra ensombrou a tarde que despertava solarenga. Uma enxurrada de flores de cores diversas desaguava in¬trepidamente pela avenida Amílcar Cabral, uma das princi¬pais artérias da capital, inundando a cidade.’’

Imagino uma capital africana com os seus endémicos pro¬blemas de saneamento urbano, infraestruturas degradadas, rede elétrica deficitária, trânsito caótico, pobreza exposta em centenas de vendedores ambulantes fintando a fome ao preço de quinhentas ganhas sob um inclemente sol tropical, o trágico destino de jovens sem emprego e futuro, perambu¬lando pelas ruas, a desfaçatez dos sátrapas ostentando luxo na miséria, os políticos com discursos desconexos, as igre¬jas e seitas nascendo como cogumelos, assistir, incrédula, a uma interminável torrente de flores inundando a cidade. Uma chuva de flores, um dilúvio de matizes, pétalas de co¬res inimagináveis cobrindo casas de todos os tipos, bairros, ruas, mercados, águas estagnadas, lixeiras e os modorren¬tos edifícios do poder. (...) Por isso, arrisco-me a adiantar que o regresso do Waldir Araújo à terra natal, ao seu chão, à ancestralidade que o sustem, foi fundamental no desen¬redar das lianas obturadoras do seu impulso criativo. Comeste conto, Waldir Araújo reencaminha o seu talento para aquilo que ele sabe fazer como ninguém: contar histórias.»


segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

A Conquista do Brasil - Thales Guaracy


A Conquista do Brasil 

Thales Guaracy
Editorial: Planeta
Tema: História
Coleção: PLANETA PORTUGAL



Sinopse de A Conquista do Brasil - Ed. adaptada:

UMA OBRA FUNDAMENTAL, DE LEITURA IMPRESCINDÍVEL,

PARA FICAR A CONHECER A VERDADEIRA HISTÓRIA

DO NASCIMENTO DO BRASIL

«Este livro merece ser lido [...] O leitor irá surpreender-se com a descrição de acontecimentos e personagens fascinantes.»

Laurentino Gomes in Prefácio

O Brasil não foi descoberto, ocupado ou colonizado, mas sim conquistado num século de violentas lutas. Com base em documentos originais e em relatos de jesuítas e viajantes, e numa linguagem clara, o autor parte da épica aventura de Portugal pelo Mar Tenebroso para descrever a violenta ocupação das terras até então incógnitas do Novo Mundo.

A Conquista do Brasil revê os grandes acontecimentos da história da fundação do país, desfazendo mitos e ideias feitas, através das suas principais personagens. Entre elas estão João Ramalho, o desterrado português que se misturou com os índios e fundou uma dinastia de mestiços caçadores de escravos; os jesuítas, que aplicaram as implacáveis leis da Inquisição contra uma coligação de «hereges»; os franceses protestantes e os líderes da resistência indígena, como Cunhambebe, o «cacique imortal», que devorava os seus inimigos dizendo que era um «jaguar». 

Comentário:

 O Brasil foi descoberto/ocupado ou conquistado? A resposta a esta questão depende da interpretação dos factos históricos e dos documentos analisados. Em  " A Conquista do Brasil" analisa  história da fundação do país, apresentando uma outra visão dessa mesma história, concluindo o Brasil foi conquistado. 



sábado, 17 de dezembro de 2022

Eu, Maria Pia - Diana de Cadaval



Eu, Maria Pia

Editorial: Planeta

Tema: Romance histórico
Coleção: PLANETA PORTUGAL






Um romance apaixonante sobre D. Maria Pia, rainha de Portugal

«Não suporto estes olhares de piedade. Conheço-os bem, porque também eu os distribuí durante os anos em que fui rainha. A piedade sempre foi a minha maior dádiva para com os que me saudavam. Ainda agora guardo comigo a memória dos braços estendidos, das lágrimas de miséria, dos rostos marcados pela dor, das palavras cheias de fome. Era o «Anjo da Caridade». O povo conhecia bem o meu coração impressionável, sabia fazê-lo bater de angústia e obrigava-o a acudir a todos com dedicação sincera. Era o meu dever como rainha. Afinal, sou Maria Pia. E o meu nome sempre foi o meu destino.»

Rainha aos catorze anos, a princesa italiana Maria Pia foi recebida em Portugal num clima de grande euforia, entre gritos e vivas. 48 anos depois era expulsa do país que tanto amava e a quem havia dedicado toda a sua vida.

Chamaram-lhe fútil e gastadora. As suas festas, os tecidos ricos e joias extravagantes eram comentadas por todos. E, mesmo os seus gestos caridosos, eram olhados com repúdio e como atos de pura vaidade. Amada e odiada.

Diana de Cadaval leva-nos pela história de Maria Pia, entre finais do século XIX e o princípio do século XX. Escrito na primeira pessoa, como um relato confessional e íntimo, neste romance acompanhamos os momentos faustosos e os instantes mais solitários e trágicos da Rainha, até à chegada da sua morte, em que se vê apenas como uma pobre mulher a quem a vida lhe deu tudo e tudo lhe tirou. Uma mulher com um único desejo: que o seu corpo seja enterrado na direção de Portugal.

Comentário:

Neste romance histórico - "auto"biográfico -  pela pena de Diana do Cadaval, - Maria Pia,  ´conta a história da sua vida entre finais do século XIX e o princípio do século XX. 
Numa prosa de fácil e agradável leitura,  com respeito pelos factos históricos, ficamos a conhecer - Maria Pia - para além da Rainha -   a mulher,  a mãe. a filha, a irmã, A princesa Italiana que como Rainha amou Portugal. que os rivais diziam gastadora, mas que o povo tinha como benemérita e generosa. 
Classificação: 10/10

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

A Cidade - Luis Zueco


A Cidade

Luis Zueco

Editor: Alma dos Livros

Edição: abril de 2022



UM DOS ROMANCES HISTÓRICOS MAIS IMPORTANTES DO ANO
Corre o ano de 1284. A noite cai numa das mais belas cidades medievais do mundo: Albarracín. Um pequeno estado rodeado de reinos ambiciosos e ansiosos por a subjugar. Erguendo-se numa posição privilegiada e de difícil acesso, entre montanhas poderosas e muralhas inexpugnáveis, nunca nenhum exército a conseguira conquistar. Até agora.
Após o sucesso de O Castelo, Luis Zueco regressa com um novo épico histórico. A Cidade é um thriller envolvente e cheio de suspense que mergulha os leitores no período turbulento e cheio de mistérios da Idade Média.
Os tempos mudaram e a cidade encontra-se cercada. Quem se atreve a caminhar agora pelas suas ruas estreitas, pelas suas encostas íngremes e pelos seus recantos sombrios? A noite está escura. O frio gela. Ouvem-se rumores de mortes por todos os lados. As guildas escondem segredos. Há uma mulher misteriosa trancada nas masmorras. As portas que protegem a cidade vão fechar-se em breve. A população corre de um lado para o outro pelas ruas da cidade. Mais uma noite e ninguém poderá escapar.
Ano de 1284.
Entre montanhas poderosas e muralhas inexpugnáveis,
uma cidade próspera e independente
defende-se dos reinos que a cercam e cobiçam.
Os muros da cidade são o epicentro desta brilhante narrativa heroica medieval.
Os mistérios adensam-se. Os enigmas crescem. As intrigas estão por todo o lado numa época cruel e perigosa, em que muitas vezes a espada não era a única arma a temer.
UMA SAGA ÉPICA E BRILHANTE NUM DOS PERÍODOS
MAIS FASCINANTES DA HISTÓRIA DA PENÍNSULA IBÉRICA

Comentário:
Luís Zueco, ao correr da sua pena, leva o leitor  pelas ruas e ruelas, mercados, tabernas, casas humildes e palácios, catedrais e igrejas da Cidade, onde personagens misteriosas estão envolvidas em jogos de poder, assassinatos, traição, vinganças. Uma estória envolvente, cativante, numa linguagem simples e de fácil leitura, com ação e mistério, que prende o leitor da primeira à ultima pagina.

Classificação: 10/10

terça-feira, 22 de novembro de 2022

Nova entrada na Biblioteca JMO / Coleção "História de Portugal"

História de Portugal
" DE HARMONIA COM OS NOVOS PROGRAMAS
DO ENSINO PRIMÁRIO (Decreto-lei nº 42 994) "

Autor: Ernâni Rosas
Edição: Porto Editora
Ano 1960

Compêndio da História de Portugal – 6º Ano - António G. Matoso

Nova entrada na Biblioteca JMO /  Coleção "História de Portugal" 

Título: Compêndio da História de Portugal – 6º Ano

"Aprovado oficialmente como livro único para o 6º ano dos liceus"

Autor: António G. Matoso

Edição: Livraria Sá da Costa

6ª Edição - Ano: 1942


domingo, 13 de novembro de 2022

O Castelo - Luis Zueco

 

           

O Castelo

Luis Zueco

 Editor: Alma dos Livros

Edição: março 2020



SINOPSE

Esta história decorreu há mil anos, na Idade Média, uma época sombria e perigosa, em que a vida pouco valia e as religiões se enredavam em guerras sangrentas.
Tudo começa quando um corajoso monarca, o rei Sancho III, decide construir uma fortificação numa cadeia de montanhas escassamente povoadas, onde o inimigo podia ser avistado a dez quilómetros de distância.
Com a promessa de um futuro melhor, o rei atraiu para aquele lugar um grupo de homens e mulheres para quem a sobrevivência diária constituía um ato de heroísmo. Entre eles, um mestre de obras lombardo, Juan, o carpinteiro, e o seu filho, Fortún, Ava, a arqueira, Javierre, um rapaz cuja ambição desmedida cresceu juntamente com o castelo, e um sacerdote fiel ao antigo rito hispânico, acompanhado da inteligente e misteriosa Eneca. Apesar dos seus escassos meios e conhecimentos, estas pessoas superaram todas as limitações que lhes foram impostas, até ao culminar da força religiosa e militar. Tudo isto contribuiu para a afirmação de um dos principais reinos medievais da Europa, o qual assumiu um papel preponderante na Reconquista.

O Castelo de Loarre não foi construído somente por reis, nobres e bispos, mas também e sobretudo pelo povo. Esta é a epopeia dos homens e das mulheres que converteram um sonho em realidade.
Entre a planície e os Pirenéus aragoneses localiza-se o monumento românico mais importante da Europa: o Castelo-Abadia de Loarre. Uma fortaleza impressionante construída quando aquela área era ainda uma perigosa zona fronteiriça. Como foi construído? Quem realizou tal feito?
 Este é um incrível romance histórico sobre a construção do grande e imponente Castelo de Loarre, uma das maiores fortalezas medievais do planeta.
Loarre é considerado o castelo românico mais bem conservado do mundo, e espera-se que em breve integre a Lista do Património da Humanidade da UNESCO

Comentário:
Uma estória bem contada, em que o  enredado é criado palavra a palavra, frase sobre frase acompanhando a  construção  do Castelo de Loare, alicerçado na traição, nos interesses políticos/ religiosos, em   amores, amizades, vinganças, conflitos, tendo como pilares o período da reconquista (cristã) da Península Ibérica, em que não faltam, guerrilhas e batalhas com a ação e aventura próprias desta época. Tudo consolidado com rigor e respeito pelos factos históricos.

Classificação: 9/10 

sexta-feira, 11 de novembro de 2022

D. Afonso I - Rei do Congo - Padre António Lourenço Farinha



Biblioteca JMO /  Coleção "História de Portugal" 

D. Afonso I - Rei do Congo

Padre António Lourenço Farinha
Editor: Agência-Geral do Ultramar / Edição: 2ª
Coleção: Figuras e Feitos de Além-Mar



Sinopse

Manikongo Afonso I, o grande rei do Congo, reinou de 1506 a 1545. Negociou com os portugueses para levar o cristianismo ao Império - que se localizava na área atualmente ocupada por Angola, Congo e Zaire - e foi o primeiro rei africano a ser reconhecido na Europa. Finalmente, no entanto, ele não foi capaz de conter os portugueses, que desejaram desenvolver o comércio de escravos.